segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

A Contemporaneidade


Somos pós - modernos
Vivendo em um texto 
Que tentamos interpretar
Sujeitos indecisos 
Pelo mar vagar

Há quem diga o humano atrás do bigode

Sério, inseguro e alienado
O dia talvez fosse feliz
Se houvesse dinheiro no bolso

Mistérios se criam 

E a dúvida se questiona
O futuro talvez fosse mensurável 
A ansiedade se apodera

A resiliência é cotidiana 

Uma vez que, sempre há imprevistos
Admirável é o gado novo
Que só vê felicidade na riqueza material

Ah marionetes... Por que me obedecem?
São como peças do meu tabuleiro?
São Maquinas que seguem os meus padrões ?
Ou são Seres Humanos?
Então me diz!!! Qual a felicidade que tu tanto almeja?


               Por: Jabes Cajazeira