quinta-feira, 28 de junho de 2018
Liberdade ou morte
Em meio a escravidão
Sou apenas um negro
Dos milhares escravizados
Para voar e alcançar a libertação
O Brasil, um grande império
Nossa liberdade, um grande mistério
Nessa vida, eu me desespero
Pois, sou feito de alma e não de ferro
O sangue frio e cruel dos capitães
Cujo mal lhe corrói
A justiça é cega, surda e muda
Pois nos livros são tratados como heróis
Para que tamanha hierarquia?
O euro centrista sempre dizia
“Tudo que é negro, não procede”
E o mal lhe cresce
Da esperança que floresce
O capitão do mato, se enfurece
O quilombo cada vez mais cresce
E Deus ajuda a quem merece
Deus! Livrai – nos dos racistas!
Dos “brancos” pessimistas
O Brasil é ordem e progresso?
Não !!! é de retrocesso!
Por: Jabes Cajazeira. Poema referente a 3ª fase do Romantismo
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